testeee
sábado, 13 de agosto de 2011
Felicidade de banco de imagens
Normal ver pessoas que não são felizes tentando passar uma imagem de que são. Quero falar um pouco sobre essa falsa alegria, vou chamá-la de felicidade de banco de imagens. É uma incansável busca pela desconhecida fórmula da felicidade plena, aquela que não acaba no dia seguinte, e o que encontramos são pessoas que tem muitos momentos alegres, mas não de felicidade plena.
De cada dez pessoas pode ser dizer que oito ou nove buscam ser felizes através de ações, paixões, empresas, dinheiro, sexo e outros afins, pois bem, a maioria busca nas coisas que geralmente não pode trazer felicidade, alegria momentânea talvez. Observe bem e verá em suas dia-a-dia pessoas com sorrisos amarelos, fisionomia abatida, mas sorriso na cara, por quê? Temos uma necessidade natural de parecer muito bem, de estar bem.
Em Salmos 97, o salmista refere-se sobre algumas condutas para que possamos estar felizes, e termos a verdadeira paz;
“10 – Odeiem o mal, vocês que amam o Senhor, pois ele protege a vida dos seus fiéis e os livra das mãos dos ímpios. 11 – A luz nasce sobre o justo e a alegria sobre os retos de coração. “Buscar a felicidade em coisas que passam e acabam só irá nos trazer prazeres momentâneos e alegrias falsas, em Salmos 87, versículo cinco diz;” Como são felizes os que em ti encontram sua força, e os que são peregrinos de coração.” Quando servimos a Deus nossa alegria e plena, e felicidade que antes era somente de momento se estende por toda nossa vida. Você não precisará dar um sorriso somente por obrigação, seu rosto resplandecerá, e nascerá sobre sua vida a cada dia uma nova esperança. “Salmos 30:05 diz; Pois a sua ira só dura um instante, mas o seu favor dura a vida toda; o choro pode persistir uma noite, mas de manhã irrompe a alegria.” A felicidade plena que encontramos em Cristo não acaba no dia seguinte, se renova a cada manhã.
Achei aqui: Blog do Pit
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Meu Deus é fraco!
O que eu espero do meu Deus não é uma bola de fogo caindo do céu. Eu não quero ver gravetos, folhonas ou folhinhas pegando fogo, ascendendo ou piscando. Não anseio por rastros de fogo, nem meus olhos peneram a paisagem a procura de mensagens entre linhas. Não rogo para que anjos apareçam com suas asas tamanho XL do céu ao som de Tchaikovsky, nem oro pedindo justiça. Meus joelhos não suplicam por Nuvens ou colunas de fogo no deserto. Definitivamente.
Meu Deus é um deus magro e sem músculos. Ele não precisa pois não conquista ninguém pela força. O Deus que eu sigo não tem voz imponente, e talvez nem tão grossa. Ele não encurrala ninguém pelo medo. Esse que eu conheço, e que nos chamamos por apelidos, não trabalha para a Pixar nem para Disney. Seus poderes são de amor. Por isso ele é real. Aquele a quem sigo os valores, em hebraico soletra-se Iod, He, Vav, He (Javé). Para os rabinos seu nome era quase impronunciável pois seus fonemas eram muito parecidos com o da respiração. É... Ele trabalha num nível altíssimo de sutilezas. Ele não é o “chefe dos exércitos”, está mais para aquele chinês que enfrentou solitário um tanque com uma margarida na Praça da Paz Celestial em 1989. Também não legitima as guerras e nem mata pessoas. Não precisa disso para dar “lições”. Do contrário, ele chora ajoelhado quando vê que seus filhos usam da liberdade para matar uns aos outros. Nesses dias ele nem desce para a janta.
Meu apetite é para desenvolver sensibilidade e então me lambuzar com tantas delicadezas. Meu Deus é tênue. Talentoso. Elegante. Cavalheiro. Não é escrachado. Na verdade acho que sua força, pensamento e atitude está mais para... uma Senhora. Que aconchega com um cachecol feito à mão e faz biscoitos num forno à lenha.
Essa riqueza de detalhes me conquistou. A beleza de toda essa minúcia. Meu Deus é frágil. E é isso que me dá força.
Retirado de Minorulandia
domingo, 7 de agosto de 2011
De barro mas honrado
Mais uma vez estou aqui, nesta mesa, e as vezes tenho a impressão que nunca sairei. Eu te observo, vejo a expressão do seu rosto enquanto me modela, parece que sairá daqui satisfeito, como quem sabe o que está fazendo. Eu é que não entendo muito bem.
Porque antes de me colocar aqui, me fez passar por tudo que passei? E aliás, porque estou aqui há tanto tempo? Pelo jeito que me olha, que me amolda, era pra eu ser perfeito há muito tempo. E porque me desfez tantas vezes? Não pode me tirar da tua roda depressa? Eu sofro demais! Por quanto tempo ainda vai cortar o meu barro? Quando isso vai terminar? Parece que cada volta que tua roda dá, uma pontada enorme me atinge e algo de mim some, mas isso dói.
Finalmente sai da roda, e fui colocado na prateleira, mas sua feição não era das mais agradáveis. “Você quis assim, você pediu pra sair, eu não queria, você ainda está incompleto, está frágil, mas te respeito”, o meu Oleiro me disse. Eu queria ser comprado por alguém rico e enfeitar uma bela sala, e assim dar honra ao meu Oleiro que me desenhou tão bem. Mas não foi assim, fui usado por um tempo mas depois fui jogado de canto e esquecido por aqueles que me compraram. Eu achei que seria útil, que as pessoas me olhariam e se admirariam com minha beleza, mas ninguém me achou perfeito, e conforme eu ia caindo, tombando, algo em mim ia quebrando e lascando, até que caí pela última vez, e fiquei em pedaços no chão, e por fim me jogaram fora.
Mas que mãos são essas que me pegam tão suavemente? Eu conheço esse toque. Ele disse: “Vem, irei te refazer e você será meu, te colocarei em minha mesa”. Por que Ele insiste em mim? Como me achou e porque veio me buscar? Eu não presto mais para nada! Será que Ele ainda vê algo de bom em mim?
Ele me colocou na roda novamente, mas era diferente, não reclamava mais da dor, pois sabia o que já tinha enfrentado antes, e sabia que o propósito do meu oleiro era maior em me fazer algo lindo pra ele! Nem sinto mais a dor da faca, e parece até que cada corte me reconstrói. Agora eu percebo que meu oleiro sabe o que faz, ele tem em vista o meu futuro e cada desenho que faz em mim é pensando nele. Não mais quero sair desta roda a menos que seja para ser colocado na mesa de quem me recolheu mesmo estando quebrado, sem honra e nem alguém que me desejasse assim.
E ele me terminou e me colocou em sua mesa revestida de ouro. Porque eu insistie em ser comprado por alguém rico se o meu oleiro é dono de tudo? E porque insisti em sair do processo na metade se meu Oleiro me planejou e me quer assim?
Quando ninguém mais me achou útil, o meu Oleiro estava lá para me buscar. E agora vivo com Ele, recebendo a maior de todas as honras: ser dele! O meu Oleiro me fez conforme ele tinha planejado, cada detalhe. Mesmo quebrado, moído, Ele viu em mim valor. E ele me disse que sou um vaso de honra, e que em mim Ele guarda um tesouro! Que meu Mestre se orgulhe de mim, pois Sua obra Ele aprecia quando a termina assim.
“Então fui à casa do oleiro, e o vi trabalhando com a roda. Mas o vaso de barro que ele estava formando estragou-se; e ele o refez, moldando outro vaso de acordo com a sua vontade.” (Jeremias 18: 3-4)
“Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” 2 Coríntios 4:7
Que Deus continue em nós a obra...
@CamilaZaponi
Finalmente sai da roda, e fui colocado na prateleira, mas sua feição não era das mais agradáveis. “Você quis assim, você pediu pra sair, eu não queria, você ainda está incompleto, está frágil, mas te respeito”, o meu Oleiro me disse. Eu queria ser comprado por alguém rico e enfeitar uma bela sala, e assim dar honra ao meu Oleiro que me desenhou tão bem. Mas não foi assim, fui usado por um tempo mas depois fui jogado de canto e esquecido por aqueles que me compraram. Eu achei que seria útil, que as pessoas me olhariam e se admirariam com minha beleza, mas ninguém me achou perfeito, e conforme eu ia caindo, tombando, algo em mim ia quebrando e lascando, até que caí pela última vez, e fiquei em pedaços no chão, e por fim me jogaram fora.
Mas que mãos são essas que me pegam tão suavemente? Eu conheço esse toque. Ele disse: “Vem, irei te refazer e você será meu, te colocarei em minha mesa”. Por que Ele insiste em mim? Como me achou e porque veio me buscar? Eu não presto mais para nada! Será que Ele ainda vê algo de bom em mim?
Ele me colocou na roda novamente, mas era diferente, não reclamava mais da dor, pois sabia o que já tinha enfrentado antes, e sabia que o propósito do meu oleiro era maior em me fazer algo lindo pra ele! Nem sinto mais a dor da faca, e parece até que cada corte me reconstrói. Agora eu percebo que meu oleiro sabe o que faz, ele tem em vista o meu futuro e cada desenho que faz em mim é pensando nele. Não mais quero sair desta roda a menos que seja para ser colocado na mesa de quem me recolheu mesmo estando quebrado, sem honra e nem alguém que me desejasse assim.
E ele me terminou e me colocou em sua mesa revestida de ouro. Porque eu insistie em ser comprado por alguém rico se o meu oleiro é dono de tudo? E porque insisti em sair do processo na metade se meu Oleiro me planejou e me quer assim?
Quando ninguém mais me achou útil, o meu Oleiro estava lá para me buscar. E agora vivo com Ele, recebendo a maior de todas as honras: ser dele! O meu Oleiro me fez conforme ele tinha planejado, cada detalhe. Mesmo quebrado, moído, Ele viu em mim valor. E ele me disse que sou um vaso de honra, e que em mim Ele guarda um tesouro! Que meu Mestre se orgulhe de mim, pois Sua obra Ele aprecia quando a termina assim.
“Então fui à casa do oleiro, e o vi trabalhando com a roda. Mas o vaso de barro que ele estava formando estragou-se; e ele o refez, moldando outro vaso de acordo com a sua vontade.” (Jeremias 18: 3-4)
“Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” 2 Coríntios 4:7
Que Deus continue em nós a obra...
@CamilaZaponi
A tentação de impressionar
É importante reconhecer que a nossa fome por coisas espectaculares – tal como o nosso desejo de nos evidenciarmos – tem muito a ver com a nossa procura de identidade. Ser uma pessoa e ser visto, aprecidado, amado e aceito tem-se tornado quase a mesma coisa para muita gente. Quem sou eu, se ninguém presta atenção em mim, me agradece ou reconhece o meu trabalho?
Quanto mais inseguros, hesitantes e solitários formos, maior será a nossa necessidade de popularidade e apreço.
Infelizmente, essa fome nunca será saciada. Quanto mais apreciados somos, mais desejamos sê-lo.
A fome de aceitação humana é como um barril sem fundo, que ninguém pode encher: nunca poderá ser satisfeita.
Jesus respondeu ao tentador: Não tentarás ao Senhor, teu Deus.
De fato, a procura por prestígio pessoal é a expressão da dúvida que temos relativamente à forma plena e incondicional com que Deus nos aceita.
Trata-se, de fato, de pôr Deus à prova. É o mesmo que dizer: Não estou bem certo de que Tu gostas mesmo de mim, de que me amas de fato, de que Tu achas mesmo que eu valho alguma coisa. Vou te dar a oportunidade de demonstrar acalmando os meus medos internos com o apreço humano, e aliviando a minha baixa auto-estima com aplausos humanos.
O verdadeiro desafio que nos é proposto é regressar ao centro, ao coração, e encontrar aí a voz suave que nos fala e nos confirma de uma forma que nenhuma voz humana alguma vez poderia fazê-lo.
A base da nossa vida cristã é experiência da aceitação ilimitada e irrestritiva de nós mesmos como filhos bem-amados, uma aceitação tão plena, tão total e tão abrangente, que nos liberta da necessidade compulsiva de sermos vistos, apreciados e admirados, e nos liberta para Cristo, que nos conduz pelo caminho do serviço.
Esta experiência da aceitação de Deus liberta-nos do nosso eu carente, criando assim, um novo espaço onde podemos prestar uma atenção desinteressada aos outros.
Só uma vida de contínua comunhão íntima com Deus pode revelar-nos a nossa verdadeira identidade; só uma vida assim pode libertar-nos para agirmos segundo a verdade, e não segundo a nossa necessidade de coisas espectaculares.
Isto está longe de ser fácil. Requer uma disciplina séria e perseverante de solidão, silêncio e oração. Uma disciplina assim não nos recompensará com o brilho exterior do êxito, mas com a luz interior que ilumina todo o nosso ser, e que nos permite ser testemunhas livres e desinibidas da presença de Deus nas nossas vidas.
Henri Nouwen, em “O esvaziamento de Cristo” – Blog http://seguirjesus.blogspot.com/
Um convite ao anonimato
Tudo ia bem para Eliézer. O seu patrão era o homem mais rico da região, sem filhos, sem herdeiros, e já afirmara q Eliézer iria herdar td q era dele. A promessa d um filho pra Abraão não era crida nem mesmo por Abraão e Sara. Então Eliézer estava seguro: ia ser o sucessor de Abraão. Mas eis q… Ismael! Ah, um filho, ainda q não exatamente da esposa, já colocava água nos planos do futuro milionário. E… Isaque! Pronto! Em pouco tmpo Eliézer passa d herdeiro d tudo pra a condição d deserdado. Ele permanecia exatamente ond estava e sendo o que era: um mero servo. Surge uma chance d mudar a situação: Abraão o encarrega de achar esposa pra Isaque. Ele poderia fazer Isaque secasar com uma estrangeira e ser deserdado. Q ironia: além d perder a condição d herdeiro, ainda é encarregado d formentar a linhagem dakele q lhe tirou toda a futura herança! No entando, lá vai Eliézer à procura d uma esposa para Isaque. Em sua oração ele clama “Ó SENHOR faze com que tudo dê certo e sê bondoso para o meu patrão.” A história continua com o narrador dizendo q “Abraão deixou tudo o q tinha p/ Isaque”. Eliézer sai de cena. Por isso, hoje nós procuramos Eliézer desesperadamente. Procura-se alguém que sirva, que tenha consciência da sua missão, que o faça com prontidão. Procura-se alguém que não apareça, que não se destaque, que não usurpe, que ao se colocar como servo o faça com toda a intensidade e alegria.
Anonimato. Alguém aí tem buscado Anonimato? Ele é tão cinza. Mas e a Popularidade? Hmm, ela é colorida e atraente. Ninguém ta interessado em ser anônimo, galera (eu to nesse pacote, e se você é humano e tem um negócio chamado EGO, você também ta)
Mas o anonimato ta mais perto do coração de Deus do que a popularidade, e isso eu posso te garantir. Se Jesus disse, tome a sua cruz, negue-se a si mesmo e siga-me, ele ta dizendo: abre a porta do anonimato e pula dentro. Anule-se, perca sua vida, pra encontra-la em mim. Deus tem me tratado nessa área, por isso eu to escrevendo.
Por escrever um tanto por aí, diveeersas vezes eu me sentia prejudicada quando via algum artigo meu publicado em algum lugar sem os devidos créditos. E eu estava levando isso pro meu ministério também, e de forma exagerada. E não me vi sozinha nesse time, muito pelo contrário, fui incentivada a ser ainda mais intensa. “Tal pastor não agradeceu a você no culto, sendo que vc foi a que mais trabalhou em tal evento? RECLAMA” , “Alguém pegou uma parte do seu artigo e não deu seus créditos? RECLAMA”, “Alguém repetiu uma frase que VOCÊ inventou e não falou que era sua? RECLAMA”.
É um tal de quero ser o mais seguido no twitter, quero ser o blogueiro mais referenciado, quero ser citado, quero ser o assunto das conversas, quero que falem as gírias que eu invento, e imitem as modas que eu lanço, quero causar e blá, blá blá. Velho, que ridículo! Onde raios está o nosso foco?
Gente exigindo suas frases entre aspas, gente brigando porque não recebeu honra, confete, massagem, que loucura é essa que a gente ta vivendo? Que briga por espaço! Sinto-lhe dizer que o nome de JESUS é mais importante que a logo do seu ministério. A mensagem da salvação é mais importante que o release da sua banda. Galera eu to batendo nessa tecla porque é muito sério isso, e por favor, não estou generalizando. Também não sou tapada a ponto de dizer pra você não cuidar do seu ministério, ele é importante, mas ele não é O MAIS importante. Cuidado com o que você tem colocado no primeiro lugar do seu pódio. Cuidado pra não tomar POSSE de coisas que Deus apenas te CONFIOU. Se não ter o reconhecimento de coisas que você fez te deixa furioso a ponto de brigar com quem quer que seja, pra ter a honra devolvida a você, ta na hora de rever suas motivações. Só três pontinhos pra terminar:
2 Coríntios 3:5 ”não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus,”
Esse versículo quer dizer que TUDO QUE VOCÊ PENSA, INVENTA DE MAIS CRIATIVO, partiu de Deus, então a glória é dEle, não brigue por ela.
II Coríntios 4:5 “Não anunciamos a nós mesmos, anunciamos a Jesus Cristo..
Quando você ta anunciando a Jesus Cristo, com a mente ligada nEle, se alguém citar o seu nome, vai ser lucro. Tendo o foco em Jesus você redireciona toda honra a Ele.
II Corintios 4:7 “Porém, nós que temos esse tesouro espiritual, somos como pote de barro, para que fique claro que o poder supremo pertence a Deus e não a nós”
Você foi feito de barro, você é frágil. Um vaso quando tem rachaduras pode se encher sim, mas esvazia-se muito mais rápido. Se esse desejo por reconhecimento tem te sufocado, a ponto de você busca-lo sem controle e nunca estar satisfeito, bingo: você está com rachaduras, tá na hora d cantar “Quebra e refaz….” pro Espírito Santo.
Texto de Lenara Monteschio adaptado para a minha nova realidade.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Um passo por vez
Mudar é não temer. Ir do rosa ao preto, seguramente. É descansar na escolha feita. Escolher por algo dentro da coerência circunstancial da vida, ajuda a estabelecer alicerces para a nova fase. Melhor é não ir de polo a polo. De Salvador, desça até o Rio, depois para o Rio Grande do Sul, sempre pelo litoral. A gradação ajuda a não esquecermos quem somos, nem de onde somos. Rosa e preto combinam. Preto combina com tudo. A escada é construída pela base, o mais alto degrau não pode flutuar.
(Texto que li e falei: "como ela conseguiu dizer tanto sobre mim dizendo tanto sobre ela?" - Texto da linda da minha amiga Letícia Goes )
(Texto que li e falei: "como ela conseguiu dizer tanto sobre mim dizendo tanto sobre ela?" - Texto da linda da minha amiga Letícia Goes )
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